Ícone do site Jornal Litoral RJ

Maricá celebra fé, cultura e ancestralidade no evento ‘Meu País tem Axé’

Foto: Bernardo Gomes

Programação com apoio da Prefeitura contou com cerimônia voltada ao Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé

Foto: Bernardo Gomes

Com apoio da Prefeitura de Maricá, por meio da Companhia de Cultura e Turismo de Maricá (MARÉ) e das secretarias de Direitos Humanos e Assuntos Religiosos, foi realizada na noite deste sábado (21/03) a edição de 2026 do evento ‘Meu País tem Axé’. A programação aconteceu na orla do Parque Nanci e reuniu centenas de participantes para celebrar o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé.

Com muita fé, cultura e ancestralidade, o evento contou com diversas atividades, como mesas de diálogo, intervenções culturais realizadas por alunos do programa Cultura de Direitos, entrega de moções para as iyalorixás e shows do grupo Samba da Mulher e da cantora Rita Benneditto, que encerrou a programação com sucessos como “7 Marias”, “Canto para Oxalá”, “Moça Bonita” e “É d’Oxum”.

“É uma data muito importante para celebrar e exaltar as tradições das raízes africanas. É fundamental ampliar eventos como este para que as religiões de matriz africana sejam cada vez mais respeitadas e valorizadas”, destacou o presidente da MARÉ, Antônio Grassi.

A programação contou ainda com exposição e venda de artigos religiosos, artesanato e apresentação musical do grupo Ilê Aiyê.

Para a presidente da comissão Força do Axé, mãe Márcia Passos, o evento é uma oportunidade de fortalecer a união entre os povos de religiões de matriz africana. “É muito importante que o povo do candomblé esteja unido, celebrando e confraternizando. É dessa forma que a religião se fortalece e enfrenta o preconceito e a discriminação”, ressaltou.

Para a moradora de Cordeirinho Cátia Maria, a iniciativa contribui para valorizar a cultura afro-brasileira. “É marcante ver um evento com tanta gente participando. As pessoas estão conhecendo nossa identidade e nossa cultura ancestral. É uma forma de divulgar e valorizar a história dos povos ancestrais”, afirmou.

Sair da versão mobile